TE SAI DE “POBREMA”, LULINHA!
Disse o nosso presidente
Sou neto de Lampião
Eu resolvo é no facão
Porque sou cabra valente
Calme, Lulinha, oxente!
Não vá procurar dilema
Melhor escrever poema
Vê se não procura guerra
Essa conversa, encerra
Moço, te sai de “pobrema!”
JOEL MARINHO