Joel Marinho
Entre letras e versos
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Textos

QUANDO JORRA A POESIA

Jorra a ideia da cabeça

Jorra a tinta da caneta

E no papel jorra a letra

Tudo antes que eu esqueça

E você não se aborreça

Quero que jorre alegria

Por meio dessa poesia

Mesmo sendo tão simplória

Sei que não nasci pra glória

Sou poeta irrelevante,

Mas me sinto triunfante

Por escrever minha história.

 

Cada gotinha de letra

Cada ideia esboçada

Cada degrau da escada

Cada olhada na luneta

Descubro mais um planeta

E quiçá, o universo

Agradeço e nada peço,

Pois me sinto um vencedor

Eu transformo cada dor

Na alegria de um verso.

 

E assim eu sou feliz

Mesmo havendo frustração

Gosto dessa sensação

De andar como um trem no triz

Há um ditado que diz

“Que só se morre uma vez”

Eu vivo com altivez

Porque eu amo a vida

Por isso trato a ferida

E despacho a mesquinhez.

JOEL MARINHO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Joel Marinho
Enviado por Joel Marinho em 19/05/2026
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