Desajeitadas,
mudam o rumo
e vão de flor em flor.
Às vezes se tocam
e trocam carícias.
Isso é amor?
Que belo espetáculo
são essa relação
entre flores e borboletas.
E eu fico admirando,
dia após dia,
essa dança frenética.
É, a mim, poesia.
JOEL MARINHO